Em uma cidade isolada, onde a escuridão parecia ter vida própria, uma lenda terrível circulava sobre uma entidade sedutora e demoníaca: a succubus. Dizia-se que ela infiltrava-se nos sonhos dos moradores, seduzindo-os com sua beleza sobrenatural e sugando sua vida. Aqueles que a viam acordavam exaustos, com olheiras profundas e uma palidez mortal. Outros simplesmente desapareciam, deixando para trás apenas um vazio sinistro.
Theo, um jovem cético e ousado, zombava das histórias dos mais velhos. "Essas lendas são só pra assustar as crianças", dizia ele, com um sorriso irônico. Mas quando um amigo próximo foi vítima da succubus, Theo resolveu desafiar a lenda. Passou a noite sozinho na cabana da floresta, onde a criatura supostamente aparecia. A noite caiu como um véu de trevas. Theo lutou para não adormecer, mas o silêncio e a escuridão o envolviam, sufocando-o. E então, ele sentiu uma presença. Uma mulher de beleza perturbadora emergiu das sombras, com olhos profundos que pareciam devorar sua alma. Seu sorriso era uma promessa de morte.
Com um sorriso sedutor e olhos cheios de luxúria, a succubus se aproximou de Theo, ansiosa por devorar sua alma. E Theo estava lutando para se libertar, mas suas forças estavam desaparecendo rapidamente. A succubus emanava uma presença sinistra, com seus olhos penetrantes e unhas afiadas. O calor de seu corpo se transformou em um frio gélido, enquanto ela drenava sua energia vital. Theo podia sentir sua força vital sendo sugada, deixando-o cada vez mais fraco e impotente. Ele sabia que estava perdendo a batalha contra a criatura sedenta por sua alma. Desesperado, ele tentou gritar por ajuda, mas suas palavras foram sufocadas pelo abraço apertado da succubus.
Na manhã seguinte, Theo foi encontrado desacordado, com marcas estranhas no corpo. Seu olhar estava vazio, sua alma consumida. Desde então, ele nunca mais zombou da lenda. Seu medo era visível, sua alma ferida, vagava sem rumo. E então, ele desapareceu. A cidade ficou em silêncio, sabendo que a succubus havia reivindicado outra vítima.
A lenda persistiu como um alerta sombrio para aqueles que se atreviam a desafiar a sedutora succubus, pois quem ousasse cruzar seu caminho desaparecia misteriosamente, sem deixar vestígios.
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