Era uma noite escura e silenciosa, de uma pequena cidadezinha, a lua cheia iluminava o céu com a sua luz pálida e sombria. Uma brisa gelada soprou pelas ruas desertas causando arrepios na espinha de quem ousasse sair de casa.
Em meio a escuridão, uma figura misteriosa se aproximava sorrateiramente. Seus olhos vermelhos brilhavam com uma intensidade sobrenatural, sua pele era tão suave quanto seda e seu cabelo negro como a escuridão. Era ela, uma succubus, um demônio sedutor que se alimentava da energia vital dos homens.
Ela se aproximou silenciosamente de uma casa isolada, onde um homem solitário dormia tranquilamente. E com um sorriso malicioso nos lábios, a succubus adentrou pelo quarto. Ardilosa aproximou-se do homem e no mesmo instante foi sussurrando nos ouvidos dele palavras de luxúria e desejo.
O homem acordou sobressaltado, sem entender como aquela bela mulher havia entrado em seu quarto. Mas antes que pudesse se defender, a Succubus lançou seus lábios traiçoeiros sobre ele, aprisionando sua mente em um véu de prazer e êxtase.
No decorrer da noite, a Succubus sugou lentamente a vida e a energia do homem, deixando-o cada vez mais fraco e indefeso. Seus olhos ficaram totalmente opacos e a sua pele pálida como a morte.
E quando os primeiros raios de sol começaram a despertar, a Succubus desapareceu com a escuridão, deixando para trás um homem envelhecido e exaurido, como se tivesse vivido décadas em uma única noite.
Desde então, as pessoas daquele pequena cidade, aprenderam a temer as noites de lua cheia, onde a Succubus aparece para se alimentar de suas almas, deixando apenas uma trilha de destruição e desespero em seu caminho.
A história da Succubus se tornou uma lenda sombria, um lembrete de que o mal pode se esconder sob a beleza e a sedução. E aqueles que caírem em sua armadilha nunca mais serão os mesmos.
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